Vacina que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b. Dada aos 2, 4 e 6 meses.
Vacina combinada que protege contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções por Haemophilus influenzae tipo b (como meningite).
Aos 2, 4 e 6 meses de idade (reforços aos 15 meses e 4 anos com a DTP). Pode ser aplicada até 6 anos, 11 meses e 29 dias. Disponível gratuitamente nas salas de vacina do SUS para os grupos do calendário.
Não é necessário jejum nem preparo. Traga a caderneta de vacinação para conferir as doses e registrar a aplicação. Avise se tem febre, alergias graves, se está grávida ou se usa remédios que diminuem a imunidade.
Aplicação por injeção no músculo do braço (ou da coxa, em bebês), feita por profissional de enfermagem ou farmacêutico. Após a vacina, aguarde alguns minutos no local.
Caderneta (cartão) de vacinação. Documento com foto (ou certidão de nascimento da criança). Cartão SUS ou CPF. Prescrição médica, se o serviço pedir.
Febre, choro, irritabilidade e dor ou inchaço no local nas primeiras 48 horas são comuns. Procure atendimento se houver febre acima de 39,5 °C, choro inconsolável por mais de 3 horas, convulsão ou se o bebê ficar mole e pálido.
No SUS, as vacinas do calendário não precisam de prescrição. Na rede privada, algumas clínicas pedem prescrição para certas vacinas ou idades.
Na maioria dos casos, sim, no mesmo dia e em locais diferentes. Vacinas inativadas podem ser dadas com qualquer intervalo entre si.
Pessoas com alergia grave a algum componente da vacina ou que tiveram reação grave a uma dose anterior. Gestantes, imunossuprimidos e pessoas com doenças crônicas devem seguir a indicação do calendário ou do médico.
Resfriados leves não impedem a vacinação. Com febre ou doença aguda moderada a grave, a vacina costuma ser adiada até a melhora.
Na caderneta de vacinação e no histórico de vacinas do Meu SUS Digital, quando o serviço envia o registro à Rede Nacional de Dados em Saúde.