Vacina contra a raiva para quem tem risco de contato com animais (veterinários, viajantes a áreas remotas, espeleólogos).
Vacina inativada contra o vírus da raiva, cultivada em células Vero.
Pré-exposição: 2 doses (dias 0 e 7). No SUS, para profissionais de risco; após mordida ou arranhão, procure o serviço de saúde para a profilaxia pós-exposição. Viajantes a áreas com raiva e difícil acesso a atendimento.
Não é necessário jejum nem preparo. Traga a caderneta de vacinação para conferir as doses e registrar a aplicação. Avise se tem febre, alergias graves, se está grávida ou se usa remédios que diminuem a imunidade.
Aplicação por injeção no músculo do braço (ou da coxa, em bebês), feita por profissional de enfermagem ou farmacêutico. Após a vacina, aguarde alguns minutos no local.
Caderneta (cartão) de vacinação. Documento com foto (ou certidão de nascimento da criança). Cartão SUS ou CPF. Prescrição médica, se o serviço pedir.
Dor, vermelhidão e coceira no local, e às vezes dor de cabeça e mal-estar. Reações graves são raras.
No SUS, as vacinas do calendário não precisam de prescrição. Na rede privada, algumas clínicas pedem prescrição para certas vacinas ou idades.
Na maioria dos casos, sim, no mesmo dia e em locais diferentes. Vacinas inativadas podem ser dadas com qualquer intervalo entre si.
Pessoas com alergia grave a algum componente da vacina ou que tiveram reação grave a uma dose anterior. Gestantes, imunossuprimidos e pessoas com doenças crônicas devem seguir a indicação do calendário ou do médico.
Resfriados leves não impedem a vacinação. Com febre ou doença aguda moderada a grave, a vacina costuma ser adiada até a melhora.
Na caderneta de vacinação e no histórico de vacinas do Meu SUS Digital, quando o serviço envia o registro à Rede Nacional de Dados em Saúde.